ACERCA DE MIM

Viva, Sou o Eduardo Baptista!

As Minhas Origens

Foi Vila da Lixa, situada no Concelho de Felgueiras, a terra que me viu nascer.

Foi nessa vila, agora cidade, que fiz a frequência do Ensino Primário e o primeiro ano da Preparatória.

Mas acabaria por não ficar por aí. Ainda jovem, fruto da profissão do meu pai, militar, acabei por ter que conhecer outras regiões do país.

Cresci entre florestas e vinho verde, num país rural a braços com a Revolução de Abril e os desafios do futuro.

Mais Do Que Uma Carreira, A Busca Pela Realização Pessoal.

Como tudo na vida, é sempre difícil seguir os planos anteriormente traçados quando já não somos a mesma pessoa.

Esta candidatura acaba por ser a concretização daquilo que fui procurando ao longo da minha existência - as raízes, não só dos problemas, mas também das coisas boas.

Durante a adolescência não tive dúvidas sobre o que queria para mim - uma carreira nas Forças Armadas.

Não durou muito. Aos 28 comecei a gostar de estudar. Tentei as belas artes...e consegui. Mas era inconciliável com uma profissão durante o dia.

Comecei então a interessar-me pelas ciências sociais. Depois de ter frequentado o primeiro ano de psicologia, acabei por ter de abandonar o curso. Vida de militar não é fácil. No entanto, como gostava da instituição militar, aproveitei o que de bom tinha para oferecer. Continuei a estudar por interesse próprio, usufruindo ainda de formação institucional, nomeadamente um curso de seleção e experiência nas áreas do recrutamento e seleção de pessoal.

Pelo meio tive ainda o privilégio de fazer uma missão em Timor Leste, pelas Nações Unidas, dando-me a conhecer outras culturas e povos.

Depois veio o interesse pelo direito, mesmo a calhar com uma colocação nos Recursos Humanos de um Estado-maior.

E como tudo está interligado, haja vontade de ligar as pontas, pude juntar direito com psicologia e abraçar o desafio de criar uma Rede sobre o Género, desenvolvendo processos, ações de formação e implementando planos de ação.

Daí foi um salto para a sociedade civil. Havia muito mais para além da instituição militar.

Arranjei assim um lugar na Associação de Moradores da Tapada das Mercês, perto de Sintra. Trabalhei com ONG`s, partidos políticos e outras organizações da sociedade civil, ficando a conhecer melhor os problemas deste Povo. Com esta associação foi-me oferecida a oportunidade de recuperar um antigo projeto inativo durante anos - uma loja de troca de roupas e outros artigos em segunda mão, aberta à população local - O Ponto de Troca.

Com a chegada da austeridade e os problemas decorrentes desta, como ter ficado sem 1/3 do ordenado, surge uma oportunidade na esfera da iniciativa privada - produzir e vender cogumelos. Depois de inventar um processo de produção que reduzia quase a zero a energia consumida no processo, pude tentar uma pequena experiência de empreendedorismo. Uma experiência enriquecedora pelo contacto com formadores, empresários e vendedores. Não é fácil ser-se empresário, concluiu-se.

Também escrevi um livro - Morte aos Romanos - um romance de ficção que junta aventura com engenharia social. Foi uma resposta à enorme angustia que Portugal vivia na altura. Sem dinheiro e a ter que ficar em casa fechado, porque não escrever um livro. Talvez ainda providenciasse algum orçamento...mas não!! Quem quer saber de livros?

Depois de muito esforço e bastantes experiências, o ritmo da vida não nos deixa parar, pois à sempre mais um desafio na linha do horizonte, mais uma janela de oportunidades por onde se espreitar.

E acaba aqui esta história, depois de quase três anos e meio num cargo internacional, num Quartel-general da NATO, na Holanda. Que melhor oportunidade para conhecer toda a Europa e trabalhar diretamente com outros povos?

Chega-se a Portugal de armas e bagagens, mesmo em cima deste acontecimento - a campanha eleitoral para Presidente da República.

DECLARAÇÃO DE MISSÃO

Combinar Conhecimento com Experiência, tudo por Interesse

Como uma criança, a democracia não aprende a andar de um dia para o outro. Sempre que a criança tropeça e cai, compete aos pais darem-lhe alento para ela continuar a tentar e nunca ralhar-lhe ou espetar-lhe uns tabefes, conforme fez o Estado Novo ao primeiro sinal de instabilidade política e económica de uma República ainda muito jovem.

Poderia dizer que muito pouco ainda se fez pelo espírito democrático e republicano, pese embora os já 46 anos desde a Revolução dos Cravos. Conforme todos constatamos, as ideologias políticas e partidárias têm-se dedicado mais à divisão e rotação do poder que propriamente implementar as condições culturais e morais para que Portugal torne a ser uma grande nação, ou pelo menos um país de gente feliz e satisfeita com a vida.

Para tal é preciso saber conjugar conhecimento científico com experiência no terreno. Esta conjugação só é possível de implementar através de alguém autónomo e independente relativamente a ideologias partidárias, as quais apenas se focam numa parte limitada dos interesses nacionais. As bases da República, chamemos-lhe, o seu ADN, foram bem definidas, mas fracamente implementadas. Por isso caiu, passadas algumas décadas.

ESTE É O MEU COMPROMISSO PARA COM O POVO PORTUGUÊS:

- Recuperar o ADN da República;

- Devolver a Esperança aos portugueses e;

- Implementar as Mudanças Culturais, necessárias a uma melhor adaptação do país aos desafios do futuro, de forma gradual.

Propositura

Carta aos Portugueses

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